Por dentro da Basílica de São Marcos de Veneza

Obrigatória numa viagem a Veneza, a Basílica dedicada a São Marcos é visitada até por aqueles viajantes que sofrem de alergia aos grupos de turistas. É um clichê justo, com filas enormes e totalmente justificáveis.

Durante a temporada de verão, conhecer os tesouros da Basílica por dentro é tarefa difícil. Mesmo chegando bem cedo, a chance de demorar a entrar é grande. E uma vez lá dentro a fila continua, dificultando a vida de quem quer absorver detalhes e história com calma.

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imagem cortesia de Juan A via Flickr

A história da Basílica começa no século IX quando, reza a lenda, mercadores entraram com as relíquias de São Marco, encontradas no Egito, escondidas debaixo de carne de porco. As relíquias hoje estão em um sarcófago atrás da Pala D’Oro, o altar-mor, composto por milhares de esmeraldas, ametistas, safiras, rubis, pérolas e folhas de ouro.

Fãs de história e entusiastas de arte que desejam a grandiosidade de São Marco para si podem visitar a Basílica numa visita privativa com um pequeno grupo de no máximo 14 pessoas. É uma chance de ver esse patrimônio de perto e sem pressa, já que a visita dura entre três e meia e cinco horas e acontece depois do expediente normal. No final, é possível terminar com uma visita ao Palácio Ducal, que tem um tesouro de fazer corar palácios mundo afora.

Já a Piazza San Marco, coração de Veneza, cercada por cafés, com a igreja no fundo e a torre do Campanário no meio, pode ser vista a qualquer momento do dia ou da noite. O melhor horário, principalmente se você quer fazer belas imagens, é de manhã bem cedo ou depois do fim da tarde, quando os day tourists dos cruzeiros já foram embora. De qualquer parte de Veneza, essa é de longe a mais fácil de encontrar, bastando seguir as placas amarelas “Per S. Marco”.

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Imagem cortesia de Antonello Caramel via Flickr

 

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